Mãe só tem uma!

Old mas razoavelmente gold…

A professora mandou os alunos escreverem uma redação que terminasse com:  ‘Mãe… Só tem uma’.

No dia seguinte, ela chama o Guilherme (Palmeirense) para ler a sua e o garoto começa:  ‘Eu estava doentinho, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, a mamãe esfregou Vick Vaporub no meu peitinho, me deu um leitinho quente com um comprimidinho, me cobriu, eu dormi e, no dia seguinte acordei bonzinho e feliz.’ ‘Mãe….Só tem uma.’
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, deu dez para Guilherme.
Chamou o Antonio (SãoPaulino), que já foi logo lendo a redação dele : ‘Eu tinha prova de Conhecimentos Gerais no dia seguinte, não sabia nada, não conseguia decorar nada, comecei a chorar, achando que ia tirar zero. Aí a mamãe sentou do meu lado, pegou o livro, me explicou tudo direitinho, tomou a minha lição e eu fui dormir sossegado. Quando acordei senti que sabia tudo, vim à escola.   Fiz a prova e tirei 10.’ ‘Mãe…… Só tem uma’.
A classe, emocionada, aplaudiu Antonio. A professora deu 10 para ele também..

Desta vez chamou o Wandergleidson Jachson Júnior, vulgo micuim: ‘Cheguei no barraco, minha mãe que estava na cama com um negão, que nem conheço, diferente do cara da semana passada, gritou para mim’:  Wandergleidson Júnior, seu neguinho filho da PUTA, vai lá na geladeira e traz duas cerveja. Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela:

-  ‘MÃE….SÓ TEM UMA !.’

16 de setembro de 2009 Publicado por | Piadas | Deixe um comentário

Relato de uma depilação de virilha

- Tenta sim. Vai ficar lindo.

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecoló gica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- é… é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda .

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.

Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia.

Mas topei. Quem está na maca tem que se f*der mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim… sonhei de novo com o c* de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

P*rra… por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda…

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar. .. eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

Via: comedia-s.blogspot.com

15 de setembro de 2009 Publicado por | Inutilidades, Piadas | Deixe um comentário

5 minutinhos

31 de agosto de 2009 Publicado por | Piadas, Tirinhas | Deixe um comentário

Rifa do Burro

Certa vez quatro meninos foram ao campo e por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:

- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.

- Então devolva-nos o dinheiro!

- Não posso, já gastei todo.

- Então, de qualquer forma, queremos o burro.

- E para que o querem? O que vão fazer com ele?

- Nós vamos rifá-lo.

- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.

- E ninguém se queixou?

- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.

Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Opportunity, outro Banco chamado Marka, uma igreja chamada Universal e o último tornou-se Ministro do Supremo Tribunal Federal.

O quinto irmão, o mais velho, que vivia no Maranhão e não estava na rifa, soube da história e, também, resolveu ganhar dinheiro. Dedicou-se a política, chegou a presidência da república e hoje é o presidente do Senado e até hoje, enrola a população tratando-os como ganhadores do burro morto.

Caso todos reclamem, pode até entregar o cargo, mas nunca devolverá o todo que lesou do povo.

31 de agosto de 2009 Publicado por | Piadas | Deixe um comentário

O BÊBADO, O PADRE E A ARTRITE

Num autocarro, um padre senta-se ao lado de um sujeito bêbado que, com alguma dificuldade, lê o jornal.
De repente, com uma voz um pouco ‘empastada’, o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor padre sabe o que é artrite ?

Irritado, o pároco responde, num tom irado:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: mulheres, promiscuidade, sexo, farras, excesso de consumo de álcool, cigarro, drogas e outras coisas que nem ouso dizer !
O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal..
Alguns minutos depois, o padre achando que tinha sido muito duro com o bêbado e tentando amenizar, diz:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite ?
- Eu?… Eu não tenho artrite ! Segundo este jornal, quem tem é o Papa…

31 de agosto de 2009 Publicado por | Piadas | Deixe um comentário

O poder da ganância!

O Casal estava jogando golfe no quintal quando na terceira tacada o marido diz:
- Querida, tome cuidado ao acertar a bola, não vá mandá-la numa dessas casas e quebrar uma vidraça. Vai custar uma fortuna para consertar.

Mal termina a frase, ela dá a tacada e estilhaça uma vidraça.
O marido se desespera:

– Eu disse para tomar cuidado!

- E agora, como vai ser ?

- Vamos até lá pedir desculpas e ver quanto vai ser o prejuízo.

Eles batem à porta e ouvem uma voz:

- Podem entrar.

Eles abrem a porta e vêem vidro espalhado pelo chão e uma garrafa quebrada perto da lareira.

Um homem sentado no sofá diz:

– Vocês são os que quebraram a minha janela?

- Sim. Sentimos muito e queremos pagar o prejuízo.  – responde o marido.

- De jeito nenhum. Eu que quero é agradecer-lhes. Sou um gênio que estava preso nesta garrafa há milhares de anos. Vocês me libertaram. Posso conceder três desejos. Eu dou um desejo a cada um e guardo o terceiro para mim.

- Que legal! – diz o marido. – Quero um milhão de dólares por ano, pelo resto de minha vida.

- Sem problema. É o mínimo que eu posso fazer. E você, o que gostaria de pedir? – diz o gênio olhando para a  linda esposa.

- Quero uma casa em cada país do mundo, ela responde.

- Pode considerar seu desejo realizado. – diz o gênio.

- E qual é seu desejo, gênio ? - o marido pergunta.

- Bem, desde que fiquei preso nesta garrafa há milhares de anos não tive mais a oportunidade de fazer sexo. Meu desejo é ter sexo com sua mulher.

O marido olha para sua esposa e diz:

- Bem,querida, nós ganhamos um monte de dinheiro e todas essas casas. Acho que ele não está pedindo muito.

O gênio leva a mulher para o quarto e passa duas horas com ela. Depois de  terminar, ao se vestirem, o gênio olha para ela e pergunta:

- Quantos anos tem seu marido?

- 35.

- E você ?

- 29.

- Puta que pariu ! E vocês ainda acreditam em gênios ?

27 de agosto de 2009 Publicado por | Piadas | Deixe um comentário

Piada pra iniciar…

Um cara, andando pelas ruas de Las Vegas vê uma mulher maravilhosa. Ele inicia uma conversa amigável e acaba fazendo a grande pergunta:

- Quanto você cobra?

– Começa em US$ 500 por uma punheta.

– US$ 500?!? Por uma punheta? Não pode ser… nenhuma punheta vale tanto dinheiro!

A puta responde com a maior tranquilidade do mundo:

- Meu lindo, você está vendo aquele restaurante na esquina?

- Sim. – Você está vendo aquele outro restaurante uma quadra abaixo?

- Sim. – E aquele outro mais adiante um pouco?

- Sim!

– Bem… eles são meus, porque eu bato uma punheta que vale US$ 500.

O cara pensa… que merda… a gente só vive uma vez. Vou nessa! Eles entram em um hotel ali perto. Dali a pouco ele se senta na cama e vê que acabou de ter a melhor punheta do mundo e que valeu os US$ 500 dólares. Ele está tão impressionado que diz:

– Um boquete é o quê? Uns US$ 1.000?

- Não, US$ 2.000. Ele, em completo estado de choque:

- Não é possível! Um boquete não pode custar US$ 2.000 dólares. Nem o Bispo Macedo pagaria isso por um boquete. A puta responde:

- Venha até a janela, bonitão… você está vendo aquele cassino do outro lado da rua? O Cassino é meu. E ele é meu porque eu dou um boquete que vale US$ 2.000 dólares. O cara pensa na punheta e no gozo fantástico e decide adiar a troca do carro pro ano seguinte.

- Vamos nessa! Dez minutos depois, ele está sentado na cama, mais maravilhado ainda. Ele mal consegue acreditar, mas valeu cada centavo de seu dinheiro. Ele decide, então, meter a mão na poupança por uma experiência inesquecível. Pergunta a ela então:

- E quanto é a xoxotinha? US$ 5.000? A puta responde:

- Venha até a janela… você está vendo toda a cidade de Las Vegas? Com todas as suas luzes brilhantes, cassinos, hotéis maravilhosos, casas de show e restaurantes?

- Maldição. Você é dona de tudo?!!

– Não, mas seria se eu tivesse uma xoxotinha.

Ronaaaldo!

26 de agosto de 2009 Publicado por | Piadas | Deixe um comentário

   

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